Gosto dessa sensação...

[Sábado, 29 de junho de 2013]

...depois que você chora um monte: por um momento, parece que, sim TUDO vai ficar bem.

Uma vez tive uma crise braba e imaginei como seria se a gente tivesse um limite de lágrimas por dia e se as lágrimas em si controlassem a tristeza, a dor, whatever. Assim, quando você chorasse tudo o que tinha para aquele dia, tudo iria embora. Detalhe: eu já tinha 19 anos na cara quando tive essa pala. Detalhe[2]: de certa forma, acho que ainda acredito nisso. Detalhe[3]: foda-se, que bom que eu ainda acredito em alguma coisa.



PS: Lembro de quando geral achava que era euzinha nessa foto por causa do cabelo hahaha! Sonho meu ser magra desse jeito (pelo menos eu tenho os pés BEM mais bonitos!)! Hoje não tem mais como, faz mais de um ano que eu comecei a tentar apagar qualquer resquício de vermelho do cabelo. Cansei de ser ponto de referência e não estou exatamente num momento de querer chamar atenção, pelo contrário. Além de que vermelho "orkutizou": todo dia na parada de ônibus vejo pelo menos uma sem noção com o cabelo vermelho berrante, só que sem meu estilo... perdeu a graça. E, né, fizemos 2.8, tava mais que na hora que tentar algo mais sofisticado. Continuarei sendo ruiva falsa, só que uma "ruiva natural falsa", entenderam? Muito mais chique, bem. Voltando, essa foto só não foi pior que quando eu comprei uma peruca chanel preta com franja, tirei foto com ela e coloquei no perfil do finado Orkut: enganei muita gente por dois dias, foi bem divertido.

Perdi a conta...

[Sábado, 29 de junho de 2013]

...de quantas vezes eu disse "eu não tenho mais vida" só essa semana. Acho que bati meu próprio recorde.

Deixei o emocional tomar total conta de mim nos últimos dias, nas últimas semanas. E, nesse meio tempo, a Negatividade achou o cantinho que tem sido dela nos últimos anos. Depois de segunda-feira, a Culpa voltou para dividir o espaço com ela. E lá estava o dono daquele quartinho escuro, o Censurador: os três se juntaram novamente e resolveram fazer da minha vida um inferno, especialmente nos últimos dias. Não sei porque qualquer vislumbre de sentimento dói tanto, porque tudo tem que ser tão sofrido... especialmente porque ou eu sofro em relação ao passado ou ao futuro, e nenhum dos dois existe agora. O Agora tem sido tão vazio, essa sensação de "não ter mais vida" não tem relação somente com o fato de eu ter que dedicar a maior parte do meu tempo pros estudos.

O acontecimento de pouco mais de um mês atrás mostrou tudo isso de forma mais clara, mexeu tanto comigo quando nem fazia mais sentido, mas, por um momento, eu me senti mais viva por ter acontecido algo aqui dentro: mesmo que fosse uma dor referente a algo que já estava resolvido pra mim. Percebi que meu psicólogo tem razão quando ele fala pra eu ter cuidado pra não me tornar masoquista, pra não confundir dor com algo bom e as coisas boas como não mais boas - ou coisa que o valha. Percebi que, para que eu me sinta viva, eu acabo buscando algo que doa: se não tem nada na minha frente, eu volto lá atrás, olho pra uma das minhas cicatrizes e revivo cada segundo de dor de quando aquele machucado foi feito. Não suporto o "morno", o "mais ou menos", preciso de intensidade... só que, quando paro para pensar, minhas últimas experiências realmente intensas me causaram muito mais dor que alegria. Mas, agora, eu sinto essa necessidade de paz. Há muito tempo nada está realmente bom, sempre tem um "mas"... muitas coisas melhoraram, outras coisas pioraram, mas não sei quando eu pude dizer algo tipo "eu realmente estou feliz" em relação a um aspecto que seja da minha vida. Há muito tempo, eu não consigo dizer algo mais que "tudo indo".

Queria entender porque eu me puno tanto, porque eu não acho que eu mereça nada de bom. Sempre acho que tenho que estar preparada pro pior, pois quando alguma coisa boa acontece sempre acho que tem algo errado; que a vida vai rir da minha cara e tirar aquilo de mim tão logo eu me acostumar com o que quer de bom ela tenha me dado. Quando consigo me empolgar com alguma coisa, logo penso "não posso", "não é pra mim", "não seja ridícula" e variações de um mesmo tema. Me pergunto como eu não tentei me matar nos últimos quatro anos, porque olha, a coisa foi de mal a pior. Muitas coisas só consegui fazer por ter a companhia de outras pessoas. Mas agora, que eu me isolei tanto, eu fico preocupada. Agora estou aqui, dois anos depois, finalmente fazendo essa monografia. Consegui encontrar algo que realmente me interessasse, mas não tem sido fácil. Tenho feito em dois dias o que era pra ter sido feito em duas semanas... tomando xícara atrás de xícara de café para me manter acordada e me xingando de todos os nomes porque isso é simplesmente inadmissível, eu só trabalho seis horas por dia e não faço mais nada além do Francês, poderia dedicar no mínimo umas duas horas por dia pra estudar. Tento voltar a, tipo, 2007, e me pergunto como eu dei conta de tanta coisa... foi um ano tão difícil, mas eu era tão forte e feliz apesar de tudo, sim.

Fazer tudo sozinha é simplesmente tão difícil! Por que eu abandonei totalmente minha vida social? Por que eu não tenho mais vontade de sair para fazer coisa alguma? Se não fosse minha irmã nesses últimos tempos, eu nem sei. Taí uma coisa boa, nosso relacionamento melhorou MUITO. Mas quando percebo alguém no trabalho falando com algum(a) amigo(a) ao telefone me dá vontade de morrer porque há tanto tempo eu não sei o que é isso. O que eu lembro é que com aquele surto eu simplesmente bati o pé e comecei a gritar um monte de coisas que eu não queria mais. E eu tava TÃO cansada de certos tipos de programas... Sempre me orgulhei por ter amigos tão diferentes dos outros e de mim, mas de repente comecei a me sentir deslocada, com uma vontade louca de ir embora pra bem longe e começar tudo de novo pra ver como eu me sairia. Por que eu acho tão mais fácil correr para debaixo do cobertor, esconder o vinho derramado no piso de madeira com um belo tapete? Aquilo ali por muito tempo vai corroer a madeira, e ela não vai mais voltar a ser o que era antes. Não era melhor ter limpado tudo na hora? Porra, eu só queria conseguir encontrar um meio termo, por que diabos eu levo tudo tão a ferro e fogo?! Como eu fui deixar as coisas chegarem a esse ponto? Caramba, eu era bonita, animada, divertida, interessante; eu saía três finais de semana e um não porque não ver meus amigos me fazia tão mal (depois inverti, saía uma vez e três não e depois parei de sair absolutamente); eu dançava; eu recuperava todas as minhas energias só de poder estar de frente ao mar uma vez por ano... Enfim, o pior é eu citar tudo isso como se eu tivesse no meu leito de morte. É horrível essa sensação, de que tudo o que podia haver de bom já passou. Sinto minha vida agora como nada mais que uma lista de obrigações. Comentei essa semana com minha irmã que agora que vai fazer dois meses que eu efetivamente comecei minha monografia. Considerando que, na melhor das hipóteses, eu acabo em outubro, eu ainda tenho quatro meses pela frente. E, por Deus, não dá mais para viver assim todo esse tempo. É triste demais, sofrido demais, pesado demais e, no fim das contas, desnecessário demais. Nada disso faz mais o menor sentido. Há dois anos, eu senti que eu precisava parar, pensar no que eu queria de verdade... achei que ia ser tão fácil, mas, um ano depois, consegui foi uma trombose cerebral. E parece que, quanto mais eu chego perto disso, de concluir essa etapa, mais me custa, mais me dói, mais eu perco outra coisa. Queria entender porque isso se tornou TÃO importante pra mim, a ponto de minha vida nesse meio tempo ter se resumido a isso, sendo que nem é algo que eu quero, é só a conclusão de uma etapa pra que eu possa, enfim, completar a prova, ganhar minha medalha de participação, poder partir pra próxima. Falta tão pouco, mas eu tô tão cansada... fico me perguntando quanto de mim vai ser exigido até o fim e se eu vou aguentar. No fim das contas, preciso me lembrar de que, apesar de tudo, eu tô viva: e, se eu quiser que essa vida continue valendo a pena, eu preciso levantar após cada tombo e ir em frente, um passo de gueixa por vez, que seja, mas sempre em frente, que, só assim, eu vou conseguir enxergar todo um horizonte de oportunidades à minha frente.




Atreyu: Nós já percorremos os 15000 quilômetros?
Falkor: Não, somente 14876 quilômetros, em linha reta de dragão.

[...]

Falkor: Porque tudo se resolve, Atreyu. Jamais desista, e a Sorte irá encontrá-lo.

TANTOS anos depois e essa história sempre me salva nos momentos de desespero. Uma das primeiras coisas a fazer depois que eu me formar é reler esse livro (apesar de que nada me impede de lê-lo antes). Outra é tatuar meu Dragão da Sorte - conforme a descrição do livro, é claro (ele não tem cara de cachorro).

Descoberta fofa do dia

[Sexta-feira, 28 de julho de 2013]


...tamo aqui começando a montar uma playlist francesa pra ouvir nas férias e eu dou de cara com essa fofa. Delícia de voz dessa guria, sério.

HAHAHA

[Quinta-feira, 27 de junho de 2013]

Sábado inteiro estudando mais a noite de ontem montando um roteiro com respostas a possíveis perguntas até às duas da matina... pra dar de cara com uma professora francesa e simplesmente travar. No fim das contas consegui responder tudo, mas... Enfim, hoje iremos até às três com a mono para compensar minha frustração.

E amanhã é dia de comemoração pós-trabalho, vontade até de abrir um espumante! Junho voou, mas nesse sentido nunca um mês demorou tanto para passar... A "nova era" não parece que vai ser muito melhor mas só de ver que esse clima ruim vai acabar já me dá mais ânimo para sair de casa.

Triste

[Quinta-feira, 27 de junho de 2013]

Ser solteira (célibataire) em francês faz a coisa toda parecer muito mais deprimente do que realmente é.

Espero que não me perguntem sobre meu estado civil na prova oral de amanhã daqui a algumas horas.


PS: nada como ter sono outra vez... hoje dormi horrores e, ainda assim, sei que vou bater na cama agora e capotar; nada como, literalmente, chorar as pitangas quando se precisa, lavei minha alma ontem e me sinto muito mais leve - isso não literalmente, quer dizer, comi um monte de besteira com cerveja na hora do jogo: ainda bem que não deu para sair de casa, porque quarta-feira é meu dia de pesagem.

Olhando pelo lado bom...

[Quarta-feira, 16 de junho de 2013]

...não vou trabalhar hoje. A chefe acabou de ligar avisando que as pessoas do turno da tarde não vão precisar ir.


Também, #comofas diante disso?




Vou aproveitar pra pôr os estudos em dia e ainda rola de fazer uma pausa na hora do jogo pra tomar uma. Essa vai ser minha terapia hoje.

Momento #amúsicaescolheapessoa do dia

[Terça-feira, 25 de junho de 2013]




"I am not alone
I live with the memories, regret is my home
This is my true freedom
Express all the feelings of what I've become
I watch the rising sun
I hope I find some peace today

It seems I've gone away
It seems I've lost myself
It seems I've really lost my way
It seems I've lost myself
It seems I've...

Shed my skin
Oh, are you ready for me?
Or purge my love
Oh, are you ready for me?

A bitter sinking feeling
Awake to the fact there's no going back
To this world in which I was living
I'm searching for something but found less than nothing
I watch the rising sun
I hope I find some peace today

[...]

Yeah, 'cause I'm dying to feel
What I have lost
Oh, and what I was

All my life I've waited
Endless days have taken
Taken what made me free

Years have gone
I'm broken
Left the past unspoken
Those years
Oh, they haunt me still"


PS¹: essa arte do vídeo é tosca, mas foi o que eu encontrei com o áudio decente.
PS²: Vontade de escrever páginas inteiras, mas a necessidade de ter uma noite de sono normal é maior.
PS³: Amanhã Esplanada fecha ao meio-dia por causa de manifestação, tão ameaçando greve dos rodoviários também, não sei se eu vou ser liberada pro jogo... ou seja, não vou trabalhar nem que eu queira pelo simples fato de não ter como chegar lá: não tenho culpa de trabalhar no olho do furacão. E eu só consigo pensar no quanto eu quero e preciso ir pra terapia.


Aié: a Lua tava incrivelmente linda hoje, a ponto de me fazer chorar - tudo bem que aí eu já tinha voltado aos meus doze anos e depois a um monte de coisa - tudo num intervalo de mais ou menos 10 minutos dentro do metrô, mas isso é outra história.

Queria...

[Segunda-feira, 24 de junho de 2013]

...alguém pra cozinhar pra mim.

A propósito, cheguei viva. Sinceramente, cansei dessa adrenalina toda. Tá foda ter que sair de casa sem saber como vou voltar.

Ótimo começo de semana

[Segunda-feira, 24 de junho de 2013]

Notícias boas e ruins na UnB - o foda é que eu não tava preparada pra ruim, e agora é claro que é exatamente nela que eu tô pensando... enfim, sentar, esperar e rezar MUITO.

Manifestação no caminho da minha casa. Aié: eu vou de metrô, sem problemas. Só que parece que tá rolando quebra-quebra na Rodoviária, e aí #comofas pra pegar o metrô? Poizé.


Nada como começar a semana com um choque de realidade. (y)


UPDATE: Ninguém consegue sair do centro de Brasília. A caminho do trabalho da minha irmã de carona com uma colega, de lá vamos para casa. Quem sabe às 22h eu chego.

Shopaholic em recuperação

[Domingo, 24 de junho de 2013]

Saldo do dia:

  • 1 camisa jeans;
  • 1 calça;
  • 0 sapatos;
  • 8 livros por R$1,90 cada.

Como estou em processo de emagrecimento, a ideia era não comprar roupas novas até atingir minha meta. Mas às vezes não tem jeito - principalmente quando você já tá usando as mesmas roupas há dois anos. A gente ainda pega umas ideias nos blogs de moda, tenta dar uma cara nova com sapatos (desculpa para comprar sapato foi o que não me faltou nesse meio tempo) e acessórios mas né, roupa gasta e, apesar de a gente querer, nada dura para sempre.

Como quase não tenho comprado, hoje me dei ao direito de comprar duas peças caras sem culpa. Resisti ao impulso de comprar dois sapatos maravilhosos e que ficaram perfeitos nos meus pezinhos porque mês passado comprei, bem, uns seis pares, então não precisava realmente. Também não precisava de mais OITO livros (nunca acho livro demais, às vezes vejo um e sinto ele me chamando, sabe?), mas não podia deixar passar o fato de que era R$1,90 cada um - e todos novos, inclusive dois livros de moda de uma coleção de estilistas nacionais que eu só fazia namorar há algum tempo. Se forem todos uma bosta (o que eu duvido, tenho ótimo feeling para escolher livros), gastei pouco mais de R$15 por todos; posso até vender depois para algum sebo cada um por 10 conto e ainda sair no lucro, ó.


Orgulhinho de mim mesma. #BeckyBloomNoMore


Voulez-vous coucher avec moi, ce soir?

[Sábado, 22 de junho de 2013]

Fato: não vou conseguir terminar de estudar para essa prova nunca. Sim, eu sei que eu não preciso realmente estudar para qualquer prova de línguas (com exceção do Espanhol por causa daquela gramática do cão), nem me esforçando eu consigo tirar menos que um 9, mas como parte de mim é feita de culpa, simplesmente não consigo. Fico pensando que se errar alguma besteira não vou me perdoar. Se você pode tirar um 10, pra quê correr o risco de tirar 9,5?

E lá vamos nós empurrando a monografia com a barriga traveiz. Mesmo porque minha irmã me intimou para ir ao shopping amanhã ajudar ela nas compras, com meu talento natural para consultora de moda haha: não vou recusar porque andei fazendo gordice durante boa parte da semana e qualquer exercício tá valendo, mesmo que seja bater perna em shopping.

Hoje eu vou...

[Sábado, 22 de junho de 2013]

...sair do Facebook e... estudar Français que eu tenho prova terça-feira, beijos.

Só farei uma pausa pra ver o jogo pra ter uma desculpa pra beber a cerveja italiana que eu comprei já tem mais de um mês. É.

Brasília...

[Sábado, 22 de junho de 2013]

...definitivamente não se decide em relação a esse tempo. Final de junho e um calor desses. Ainda fui inventar de tomar um chá (quente) pra dormir melhor (ando tendo pesadelos) - e porque eu virei uma velha caquética e minhas sextas-feiras têm se resumido a atividades nesse nível, falei. Agora me vejo obrigada a tomar um banho quase frio a essa hora pra ver se eu consigo pelo menos deitar na minha própria cama. Só espero que não corte o efeito do chazinho. De qualquer forma, temos por volta de 20 livros ao lado da cama para escolher um pra ler até ele cair na minha testa, e eu perceber que, finalmente, o sono chegou.

Sexta-feira

[Sexta-feira, 21 de junho de 2013]

Recebi quatro ligações hoje e três eram engano. A primeira, a única que era pra mim mesmo, era de uma amiga querendo saber se tava tudo bem comigo porque houve uma ameaça de bomba no prédio onde eu trabalho - a propósito, podiam ter feito isso à tarde... quase 7 anos naquele lugar esperando finalmente uma ameaça de bomba desde que eu comecei a trabalhar na sede e, quando acontece, é no turno contrário. Apesar de que nas atuais circunstâncias podia não ser brincadeira, né?

Voltando, só para ilustrar o quanto minha vida social tá bombando: só que ao contrário. Pelo menos rolou de sair mais cedo com a desculpa de mais uma manifestação que tava começando: era um grupo pequeno, e a colega que me deu carona disse que era de médicos... mas depois de 130 feridos ontem eu é que não ia ficar mais tempo pra ver no que poderia dar. Nossa, nunca um fim de semana demorou tanto pra chegar!

Orgulho de ser Brasiliense

Só que ao contrário. Que PORRA é essa? Puta merda, cara.

Cheguei em casa viva

[Quinta-feira, 20 de abril de 2013]

E esse arranhão enorme no meu braço foi só um esbarrão no tampo da mesa de vidro da sala aqui de casa, JURO.

Mas foi por pouco.

Jantei...

[Quarta-feira, 19 de junho de 2013]

...Miojo com cream cheese e frango picadinho, suco de uva e brigadeiro de sobremesa. FALEI que tava virando pré-adolescente. #querdizer, se a gente não levar em conta o fato de o cream cheese é Philadelphia light, o frango foi feito com tempero importado e o brigadeiro era gourmet e meio amargo. Enfim, xá pra lá.

AH: acabei de receber e-mail do coordenador do meu curso, semana que vem estaremos na UnBesta pra resolver o quiprocó da minha reintegração - assim espero o/

Me pergunto...

[Quarta-feira, 19 de junho de 2013]

...o que eu tô querendo tomando café forte e remédio para ansiedade logo em seguida, ou na ordem contrária. Só sei que tou uma pilha, com cada célula do meu corpo tensa e sentindo uma dor como se tivesse carregado pedra o dia inteiro - mesmo tendo saído do trabalho a meia hora do jogo. Aliás, numa quarta-feira normal estaria chegando em casa por agora, mas nesse exato momento me sinto mais cansada que nunca. Remarquei a reunião de orientação da semana que vem pra seguinte e tô me sentindo péssima por ter tido que chegar a esse ponto. Acabei desistindo de ir pra terapia (segunda semana já, que beleza) porque não tava a fim de dar de cara com manifestação, sozinha, na minha hora de sair e no estado deplorável que eu me encontro hoje. Para completar, aquela sensação horrível de que eu vou morrer completamente só, de novo: e de que boa parte disso é culpa minha mas, no momento, eu não conseguir fazer nada.

Só tenho vontade de gritar, ou de dormir sem precisar me preocupar quando eu vou ter que acordar de novo. Aliás, hoje acordei atrasada pro meu novo horário de trabalho às quartas... de alguma forma, meu despertador, que eu tinha programado pras 07:30h, estava programado para as 08:50h quando eu vi. Felizmente, acordei nesse meio tempo e ainda consegui chegar a tempo de comprar pão-de-queijo e café haha.


Ai, que saudade de ter uma vida de verdade.

O país se acabando em manifestação...

[Terça-feira, 18 de junho de 2013]

...minha irmã revoltada porque quer ser liberada amanhã no trabalho pra ver o jogo e fazendo aposta com meu pai e eu só consigo pensar que eu tenho monografia para fazer mas, por algum motivo, só lembro disso nos 45 do segundo tempo. Aliás, semana que vem tem as provas finais do Francês e eu sei lá onde eu tava com a cabeça que esqueci completamente. Vou ter que remarcar minha próxima orientação pra dar conta de tudo.

Okãy, vivemos algumas "emoções fortes" (nada bom, infelizmente... mas também nada grave, e uma boa porcentagem se refere àqueles problemas de trabalho que eu comentei aqui) nos últimos dias mas já tá passando da hora de eu voltar minha atenção a algumas questões práticas. FOCO, bebê. Mais da metade do mês já se foi e eu sinto como se não tivesse aproveitado nada, saco.

Aproveitando a "vibe"...

[Terça-feira, 18 de junho de 2013]


"I have a right to be heard
To be seen, to be loved, to be free
To be everything I need to be me,
To be safe, to believe...
In something

Give me the eyes - so I see
Gimme ears - so I hear,
Gimme me love - so I know what love is
Give me the freedom to think, to be me
...give something

[...]

So, give me the gift to hear, to see, to love,
The freedom to choose the things I feel
To be right for the world you'll leave me, give something..."

"The end of this chapter"

[Domingo, 16 de junho de 2013]


"I gave you my time
I gave you my whole life
I gave you my love, every dime
They told me it was... a crime 

Do you remember?
Or did it all go in vain... 

[...]

Across darkened skies, I travelled without a light
I sank in the well of my mind
Too deep, never to be found

I can´t remember...
How could you be so vain... 

Tell me why past times won´t die...
Tell me why old lies are alive
Love that expired too long time ago
Kills me, it thrills me... 

You have new lover and
It looks good on you
I have never wished you dead, yet.

[...]

I tell you that past times won´t die...
I tell you that old lies are alive
Love due to expire too long time ago
Kills me, it will kill you too

Past times won´t die...
I tell you old lies are alive
Love due to expire too long time ago
Kill me, please kill me before"


Apesar da letra, eu tô bem. Ontem me senti verdadeiramente em paz em relação a tudo isso. E sei que só vou ficar bem de verdade a partir do momento em que eu seguir em frente.

Apesar de que eu sempre achei que tinha que tomar um porre ouvindo essa música, isso desde 2007. Olha, isso ainda dá pra fazer e não é uma má ideia. #querdizer... preciso de um FDS no qual eu possa "me dar ao luxo" de ficar de ressaca, e isso tá TÃO difícil, além de que minhas ressacas têm sido uma tão pior que a outra, que nem vale a pena. 

Virei pré-adolescente de novo

[Sábado, 15 de junho de 2013]

Duas Budweiser durante o jogo e eu quase durmo (apesar de que pode ter a ver com o jogo em si, rs). Um milkshake de ovomaltine depois e eu tô nova haha. É a única explicação o.O

Antes...

[Sábado, 15 de junho de 2013]

...eu saía para beber com azamiga. Agora estou interagindo com elas no Facebook, elas na balada e eu em casa. Tá rolando "Perfect Strangers", aliás. Isso simplesmente não faz o menor sentido. Melhor dormir de vez e esquecer essa porqueira de dia.

Queria...

[Sexta-feira, 14 de junho de 2013]

...beber, mas. Só tem cerveja boa na geladeira e eu não vou desperdiçar bebendo com toda essa raiva... Essas estão guardadas para comemorar o que quer que seja. E hoje foi um dos piores dias de que eu tenho lembrança. Daqueles que fazem você perder a pouca fé que ainda possa existir em relação a algumas pessoas. Triste. Triste pensar que com tanta gente acontece ainda pior. No fim das contas, hoje eu chorei. E confesso que tava bem melhor sem isso. TPM maldita que também não ajuda, e agora tô eu aqui com essa necessidade de colo - que nunca tenho, é claro. De qualquer forma, não dá para ser forte o tempo todo, principalmente quando pisam no seu calo de graça e por pura maldade. A vontade era de explodir, mas preciso agir como adulta, tenho um objetivo maior e, sendo assim, acabo implodindo. E é assim que eu adoeço. No fim, acabei tirando uma lição disso tudo: trate todos como se fossem loucos, senão quem fica louca é você.

E amanhã nós bebemos, afinal tem Copa (das Confederações) na cidade! Temo um "apocalipse zumbi" ou algo do tipo, mas posso estar exagerando. Ninguém morreu no jogo do Flamengo, afinal de contas. Né?

Só pra constar

[Sexta-feira, 14 de junho de 2013]

Pior "mêsversário" e dia de trabalho da minha vida. Nunca passei por nada parecido em quase sete anos nesse lugar. Hoje mal cheguei e foi água com açúcar, chá de camomila com dois sachês que o garçom preparou pra mim imediatamente ao ver meu estado, Ritmoneuran e Advil porque a cabeça tava explodindo e, considerando que a primeira dor da trombose começou aqui, eu sempre tenho medo que possa acontecer de novo. Meu dia já era. E espero que meu FDS não esteja perdido também. Oremos, MUITO.

Não sei...

[Quinta-feira, 13 de junho de 2013]

...se tô triste, carente, cansada, com sono ou tudo isso junto... só sei que eu queria chorar e não consigo. Aliás, tem tempo que eu não choro por nada e isso é tão estranho em se tratando da minha pessoa. Me pergunto se isso é bom ou ruim.

Enfim, vai ver é só TPM. Vou ver novela.

Adiantando...

[Terça-feira, 11 de junho de 2013]

...a postagem de Dia dos Namorados hahahaha - porque amanhã vou passar o dia todo fora (em um curso do trabalho e depois na terapia, há) e talvez não role de postar, então.

Aié, para quem não sabe eu nasci no Valentine's Day então de certa forma comemoro essa data (internacionalmente) todo ano, querendo ou não... Na verdade, não suporto aniversário da mesma forma que não suporto o Dia dos Namorados: quer dizer, não da mesma forma mas não suporto ambos anyway...


Enfim, é só que é tradição minha postar essa música nessa data since 2008 - don't ask me why, só sei que é assim.




"Maybe I'm lonely
And that's all I'm qualified to be"


No mais, uma terça-feira muito boa. Valeu a pena sacrificar o fim de semana pela sensação de dever cumprido e pelos elogios da orientadora mais foda EVER. Nem fiquei mal de não ter dado para ir ao Francês (mesmo porque foi minha 2ª falta e o semestre já acaba daqui a duas semanas). Agora finalmente descansar a cabeça no travesseiro e dormir, que amanhã eu acordo umas três horas antes do que eu tô acostumada para fazer esse curso, mas só de não ter que pisar no meu trabalho já tá valendo hahaha - ainda vou economizar uns 20 minutos no caminho da terapia.

Bonne nuit!

O sono dos justos.


Engraçado

[Segunda-feira, 10 de junho de 2013]

Essa segunda foi quase um domingo, considerando o FDS que eu tive... Milagrosamente tudo tranquilo no trabalho e ainda deu pra acrescentar umas duas páginas a uma das minhas revisões da mono, mesmo com meu cérebro quase pifando.

Voltando, menção honrosa para o fato de eu não ter ingerido nem doce nem álcool o FDS inteiro, ó. Porém o fato de ter almoçado um McLanche Feliz confirma que sim, tirei a segunda-feira de FDS. AH: é que aquela Hello Kitty de óculos lendo um livro de brinde era irresistível, tá linda lá na mesa do trabalho... valeu a pena quebrar a dieta. Amanhã voltamos à programação normal.


Update com a foto dela para fazer vontade na Yaciara hahaha!


Desisti...

[Segunda-feira, 10 de junho de 2013]

...de estudar de manhã. Afinal, compramos uma Nespresso no fim do ano passado; sono é para os fracos.

Hoje vamos até as três da matina, quiçá as quatro o.O


BU! I'm awake!

É claro...

[Sábado, 08 de junho de 2013]

...que eu ia receber TODOS os convites para sair do mundo justo no único findi que eu não posso. (y)

EU, segundo meu psicólogo hahahaha

Enfim, resta ainda o último episódio do meu reality de gordo o/

Dando sequência

[Sexta-feira, 07 de junho de 2013]



Acho que esse é meu mais preferido de todos, faz parte da minha história de vida.

Percebo uma tendência em ouvir música deprê às sextas. Vai entender.

Trilha sonora pra uma tarde produtiva

[Sexta-feira, 07 de junho de 2013]


Um dos meus preferidos, principalmente para estudar.


Nem acredito que já é sexta-feira, Gott sei Dank!

Alguns planos pro ano que vem

[Quarta-feira, 05 de junho de 2013]


1. Projeto X (sobre qual eu falo depois que definir todos objetivos em relação a essa meta);
2. Voltar a estudar italiano e começar um curso regular;
3. Pedir minha remoção de setor no trabalho.


Até trabalhar na BIBLIOTECA deve ser melhor.


Sei que eu só tenho falado sobre isso, mas foda-se. O blog é de quem? Poizé.


Hoje foi a gota d'água. O ponto positivo foi saber que eu não vou ter problemas em sair daqui, o que era uma das minhas maiores preocupações. Outra coisa boa foi ter uma conversa cara a cara. O que tava me matando era esse "disse me disse". No mais, a palavra de ordem agora é resignação. A fim do meu objetivo maior, que é conseguir me formar sem maiores problemas do que os que eu já tenho no momento. É lógico que eu não ia morrer aqui, mas como o horário é conveniente pretendia ficar até, sei lá, "me encontrar" ou passar em algum concurso de nível superior depois de conseguir meu diploma. O salário não é  essas coisas, mas me permite viver com conforto e sei que muita gente gostaria de estar no meu lugar: meu pai passou MUITO tempo ganhando o que eu comecei a ganhar (e gastar) aos 21 anos e sustentou a mim e a minha irmã com esse dinheiro e o salário equivalente da minha mãe. Então, nunca tive essa coisa que pelo menos metade desses concurseiros têm de ficar pulando de concurso em concurso até conseguir passar no mais "top". Faço terapia há mais de dois anos e tô cansada de ouvir história de gente que ganha seus R$20 mil como servidor público e é infeliz, e tenho certeza que me encaixaria nesse caso. Dinheiro é bom, mas não é tudo. Voltando, achei que daria para segurar as pontas por mais tempo, mas depois de hoje vi que DEU. Muita gente faria o que eu faço pelo meu salário sorrindo de orelha a orelha, mas que não quero perder minha vida fazendo um serviço mecânico que não tem nada a ver comigo e no qual eu não sou valorizada e não tenho o mínimo reconhecimento. Felizmente, eu sou jovem ainda e a hora de chutar o balde é AGORA (agora eu quero dizer depois de entregar minha monografia e conseguir meu diploma, hehehe!)!

Hoje, quando eu "fui chamada para conversar" antes mesmo de ligar meu computador e achei que não ia aguentar mais, apesar ainda das notícias nada boas pra mim (apesar de que podia ser pior), eu consegui respirar fundo e engolir o choro... e decidi que não ia adoecer, não dessa vez, não de novo e não por ISSO. Na hora meu coração desacelerou e eu entrei numa espécie de zen mode e decidi que mais nada disso vai me abalar. FODA-SE esse lugar. FODA-SE boa parte dessas pessoas. A partir de hoje, farei minha parte e ignorarei todo o resto...  é muito triste presenciar a que ponto chega o ser humano: mas isso não é mais problema meu - aliás, nunca foi. EU é que sou besta por ainda me importar.


Felizmente, minha vida tá longe de se resumir a isso: isso é meu trabalho. E ponto. No mais, todo mundo sabe que, quando um departamento da vida vai bem, outro desaba espetacularmente em pedaços. Acho que isso acontece pra que a gente nunca fique parado e tenha sempre que agir e/ou reagir a determinada situação. A questão é não se descabelar, respirar fundo e buscar forças no que tem dado certo. E, depois dos últimos dois anos, finalmente eu tô conseguindo entender isso. Aparentemente nesse meio tempo eu acabei atraindo muita coisa negativa pra mim mesma por causa da minha autossabotagem e acabei considerando isso como líquido e certo, ignorando as coisas boas e/ou achando que não as merecia. Felizmente, eu achei melhor sair do fundo do poço... ir em frente nesse labirinto no qual eu tô perdida todo esse tempo, mesmo que eu ainda não saiba quando eu vou achar a saída. Estou dando passos de gueixa, mas não volto mais atrás. Olhar para trás não vai adiantar. O que eu posso fazer é lembrar das armadilhas  que eu já encontrei (a maioria "self armadilhas" como diz meu psicólogo), para prestar mais atenção lá na frente e não cair nelas de novo, e colher os frutos bons que eu consegui encontrar no meio do caminho para me alimentar e me nutrir e permanecer forte e sã, mente e corpo, no decorrer da caminhada. "It can't rain all the time".

Nutricionista ontem: melhor resultado em um ano e três meses quase. Podia ser bem melhor, mas considerando as circunstâncias atuais, que não estão MESMO ajudando, é de se comemorar MUITO que eu não tenha descontado na comida - nem na bebida, nem nas compras! Amanhã retomamos os estudos com tudo: madrugaremos até segunda-feira, fazer o quê? Correr atrás do tempo perdido. Não vou ficar de "mimimi" e pedir mais tempo para minha orientadora, vou fazer o máximo que eu conseguir. Simples. E hoje, para comemorar, vou comprar sapatos: tá em liquidação, tô precisando, tô com dinheiro sobrando e tô merecendo, ô, se tô!


PS: voltando a usar marcadores, agora que tem gente de novo por aqui haha

Prioridade

[Terça-feira, 04 de junho de 2013]

Reaprender a rezar.



Tá FODA. Lembro de quando eu gostava de ir trabalhar só pra não ter que lidar com o estresse de casa. Agora é o contrário. Minha motivação para ir trabalhar tem sido o ar condicionado - só que agora parece que o frio já chegou de vez, então nem isso mais.

Não é nada comigo, só que tem sobrado pra mim e eu acredito que a energia daquele lugar tá me afetando. Tenho chegado em casa esgotada e sem energia para mais nada que exija algum esforço principalmente intelectual. Meus estudos estão parados e, de novo, vou ter que ficar presa o fim de semana estudando. Acordo a fim de dar conta de tanta coisa, mas chego em casa esgotada: voltei a sentir dores físicas mesmo, e não são por nenhum esforço. E antes fosse o trabalho em si, que pelo menos quando tem o que fazer o dia passa mais rápido.

O Francês tem ajudado. Apesar de ter que almoçar às 10:30h duas vezes na semana para ir às aulas no horário de almoço. A onda de bom humor quando eu saio da aula por poder estar fazendo algo que eu realmente gosto (e com bolsa de 90% pelo trabalho, há!) ajuda muito, pena que passa rápido. Enfim, não entendo como pode existir gente tão falsa e sem ter o que fazer para tentar mostrar competência infernizando e humilhando os outros. Primeiro tentei ignorar, depois passei a me irritar mas agora só acho tudo muito triste e deprimente. Mais ainda por saber que não é privilégio do meu setor, muito menos do meu local de trabalho. É o tipo de coisa que tem em todo lugar. Mas lá tá DEMAIS, e não é de hoje. E agora ainda tem essa de que a notícia boa de ontem pode ser uma ainda pior, dependendo dos desdobramentos subsequentes.

Enfim, sei que eu tô cansada, chegando a chorar de raiva desde sexta. Pode parecer drama, mas é que realmente não dá pra falar mais porque, apesar de quase ninguém saber da existência desse blog, nunca se sabe. E eu precisava desabafar um pouco visto que amanhã é grande a possibilidade de eu não conseguir chegar a tempo na terapia (graças à marcha do Silas Malafaia). E acho que só rezando mesmo. Hoje ouvi Bach a tarde toda. Acabei de pegar dois livrinhos com mensagens positivas (nada de autoajuda, é algo com que me identifiquei) que eu acabei de comprar para deixar na minha gaveta de lá. Pretendo levar um dos cactos amanhã para dar uma mão pro meu bambu. E estou aceitando dicas de amuletos e afins para proteção e contra mau olhado. E se alguém for melhor que eu em relação a rezar e puder me incluir nas orações, eu agradeço.

E lá vamos nós dormir, após mais um dia perdido.

"A job that slowly kills you"

Sinceramente, não sei o que toda essa gente acha que vai conseguir passando em um concurso público. A única coisa boa de verdade é a estabilidade: o que, no fim das contas, torna tudo mais difícil porque DISSO é difícil querer abrir mão.

Tive um professor de pré-vestibular que dizia algo tipo "faça o que você quer: trabalhando com o que você quer de verdade você terá sucesso, independente da profissão que você escolher". O problema é quando você é como eu, que tem quase trinta anos na cara e não sabe o que quer. (y)

Foda é que eu só tenho férias em novembro. Até posso mudar, mas quero tirar esse período para finalizar minha monografia ou comemorar o fim dela e à altura, se eu conseguir entregar em outubro. Só espero que até lá eu não adoeça de novo.


Peguei do Facebook da Yaciara

Peguei do blog da Ju

No fim...

[Segunda-feira, 03 de junho de 2013]

...tudo dá certo: se não deu certo, é porque ainda não chegou até o final.

Prova disso é o meu risoni de gorgonzola com pera de hoje.



Não tava exatamente animada para fazer risoto logo hoje, mas como tinham duas peras todas amassadas e o frio e a chuva eram propícios pra uma comfort food... além de que amanhã é dia de nutricionista e esse seria o momento perfeito pra uma última gordice. Aí lá tô eu muito animada, só que ao contrário, descascando pera, quando minha irmã pergunta: "vai fazer risoto mesmo ou risoni?"; "Taí, você me deu uma idéia!"

A questão é que eu só tinha testado o risoni com gorgonzola e, das três ou quatro vezes que eu tentei antes, considero que eu só acertei a mão na última. Será que com pera ia prestar? Aié: o risoni é uma massa que tem o formato de grãos de arroz e que é adequada pra ser utilizada em sopas... e para fazer "risoto falso"! Tinha visto uma vez num fichário de receitas que eu comprei há uns dois anos, mas tem só uns dois meses que eu achei para vender e fiquei saltitando. Como eu disse, considero que ele só ficou perfeito na última tentativa, mas o conceito é ótimo! Você tá a fim de comer risoto mas não quer ficar meia hora mexendo aquilo no fogão. O risoni cozinha no mesmo tempo que qualquer tipo de macarrão e, enquanto isso, você faz o molho à parte e depois é só juntar tudo o/

A receita com gorgonzola eu achei na Internet (e só tirei o caldo de legumes), mas pra colocar pera foi na hora mesmo... cebola, vinho, creme de leite, Polenguinho sabor gorgonzola (então... dificilmente compro o queijo mesmo porque só eu como: e como não dá pra comer o tempo todo, estraga é, eu sei, sou uma fraude na cozinha), pera, limão. Experimentei, e é claro que tinha ficado uma droga, a massa também tava salgada (já tinha feito caldo de legumes pro risoto que não rolou mas acabei pondo sal mesmo assim). Mas, por algum motivo, quando eu juntei as duas coisas ficou simplesmente PERFEITO. O gosto do vinho, o azedinho do limão, o docinho da pera, tudo na medida. Pena que eu decidi levar o emagrecimento a sério justo na época do frio e das festas juninas (que eu não vou deixar de ir, claro: só que é mais um motivo para que eu me comporte de maneira exemplar pelo menos durante a semana) e não vou poder comer essa delícia tão cedo de novo. Enfim, pelo menos temos mais uma receita pra lista das minhas especialidades. É.


No mais, FDS rendeu pouco. Felizmente eu tinha aproveitado o feriado de quinta para organizar os estudos. E, no fim das contas consegui realizar meu propósito maior: enterrar simbolicamente o passado. Queria ter feito algum ritual, mas acho que escrever aquele tanto de páginas já foi suficiente. Só podia ter lembrado de acender uma vela, tem uma aqui do meu lado que eu uso às vezes para estudar... sei lá, eu curtia tanto essas coisas. 

Hoje, mais um dia de cão no trabalho. Sexta foi bem engraçado, depois que a barra ficou limpa aquilo parecia uma sessão de grupo de apoio de tanto desabafo. Mas pelo menos hoje teve notícia boa, pena que tem um mês inteiro pela frente antes que a coisa se torne realidade. Vai ser o mês mais longo desse ano, CERTEZA. 

Things I suck at

[Domingo, 02 de junho de 2013]

1. Being attractive.
2. Being normal.
3. Relationships.
4. Texting back.
5. Math.
6. Life.

(Via @Laughbook)


Adoro esse perfil no Twitter. Apesar da maioria dos tweets ser bobagem, continuo seguindo porque vez ou outra me identifico MUITO com alguma coisa. Tirando o item 4 (com Facebook e Whatsapp quem mais envia SMS? #vouconfessarque sinto falta), o resto sou euzinha.


PS: postando compulsivamente obviamente porque eu tenho coisa melhor para fazer... mas vou fechar o Chrome agora e só volto mais tarde.

Felicidade é...

[Domingo, 02 de junho de 2013]

Descobrir um estoque de cervejas belgas na dispensa.

#vouconfessar que elas estão intocadas desde o fim de janeiro, quando eu voltei de lá. Algumas considerações:

1. Para quem não sabe, apesar de nunca ter bebido "que nem mulherzinha" (isso até 2011, no máximo), nunca gostei de "beber por beber": gosto de bebemorar, do ritual, de ter com quem brindar... então você raramente vai me ver bebendo cerveja em casa - a não ser em algum jogo de algum time alemão para fazer companhia à minha irmã (eu, particularmente, sou bem indiferente a futebol).
2. QUANDO eu acho que preciso beber (para afogar as mágoas, esquecer um dia de cão etc) e tô em casa, tomo vinho ou Amarula, mesmo porque eu bebo quantidades menores - e cerveja, apesar de ser minha bebida alcoólica preferida, engorda, empapuça, etc além de você ter que beber mais para conseguir o mesmo efeito que algo mais forte (vinho me derruba FÁCIL, por isso nunca bebo fora de casa - a não ser em casa de amigos muito íntimos).
3. Estou com uns probleminhas na absorção de álcool pelo meu fígado, então tenho recomendações de diminuir a bebida há mais ou menos um ano: mais um motivo para eu não beber em casa. Lógico que isso me fez descontar ainda mais na comida, mas enfim.
4. Quando a gente fica mais velha, fica mais fresca exigente. É um dia experimentar cerveja boa e fudeu tudo. Sim, ainda bebo Antarctica, mas provavelmente só depois de já ter ficado minimamente alterada com outra coisa... O fato é que eu paguei alguns centavos de Euro numa cerveja na Bélgica, mas já paguei R$30 na mesma num bar aqui em Brasília. Some-se o fato de que minha prima que tá morando lá não vem mais em agosto passar férias, só em dezembro, e que nossas "encomendas" demorarão o mesmo tanto, tenho mais um motivo para "fazer render" o que tem aqui.
5. Ainda assim, trouxe o que deu. Vim carregando sapatos numa sacola de mão vagabunda para poder enfiar todas as cervejas na mala, porque, afinal, prioridades são prioridades (e olha que eu sou viciada em sapatos, héin!)! Quando voltei, uma das primeiras coisas que me perguntaram foi se eu não "arrumei ninguém" na Europa... CLARO que não, todo mundo é gay e eu tinha que andar que nem um boneco de neve todo santo dia. Mas não se pode dizer que eu não encontrei um amor, o nome dela é Hoegaaarden.




Assim, basicamente ignorei a existência dessas preciosidades. Só que hoje dei de cara com elas, e eram mais do que eu pensava e, o melhor, as que vencem antes vencem no final de novembro... algumas outras vencem em 2014 e até 2015 (como as Delirium). Como temos planos de voltar à dieta com tudo esse mês, vou poder, sim, beber cerveja das mió qualidade possível, em quantidades adequadas, até o fim do ano. E lá, bebemoraremos à altura, com o estoque reposto. #ouié

Sair em Brasília...

[Domingo, 02 de junho de 2013]

...tem sido cada vez mais estressante. Quando você não esbarra na última pessoa que queria ver, passa raiva por causa de falta de vaga, fila para qualquer coisa... Enfim, não é à toa que eu tenho passado minhas noites de sábado assistindo "realities de gordo". Aliás, estou indo dormir a essa hora porque fui ver a reprise - quando cheguei da minha saída marromeno, o programa já tava acabando. O foda é que sábado que vem já é a final, então vou ficar abandonada novamente. Sempre tem a opção de ler: só que eu tô empacada num livro há mais de um mês, com uma caixa com oito novinhos e mais oito para chegar (e mais algumas dezenas noutra caixa, armário, estante... outro dia falo melhor sobre meus livros), mas, fazendo monografia, acabo me sentindo culpada em relação a leitura não-acadêmica. Só não sei porque acho que com os realities de gordo é diferente... Aliás, sempre sinto uma baita fome quando assisto o.O


:)

[Sábado, 1º de junho de 2013]



E que mais nada seja em vão em mais um mês que se inicia... bem vindo, Junho o/