"A job that slowly kills you"

Sinceramente, não sei o que toda essa gente acha que vai conseguir passando em um concurso público. A única coisa boa de verdade é a estabilidade: o que, no fim das contas, torna tudo mais difícil porque DISSO é difícil querer abrir mão.

Tive um professor de pré-vestibular que dizia algo tipo "faça o que você quer: trabalhando com o que você quer de verdade você terá sucesso, independente da profissão que você escolher". O problema é quando você é como eu, que tem quase trinta anos na cara e não sabe o que quer. (y)

Foda é que eu só tenho férias em novembro. Até posso mudar, mas quero tirar esse período para finalizar minha monografia ou comemorar o fim dela e à altura, se eu conseguir entregar em outubro. Só espero que até lá eu não adoeça de novo.


Peguei do Facebook da Yaciara

Peguei do blog da Ju

3 Responses
  1. Ju Says:

    Deixa eu te falar o que essa gente quer passando num concurso... poder comemorar qualquer coisa à altura... entendeu?! hehehe

    Pq do jeito que as coisas tb, as pessoas trabalham, trabalham, trabalham... e a comemoração é fazendo faxina em casa, nas férias! hahahaha

    Tô te falando pq eu sou uma dessas pessoas. E sim, eu tb tenho 30 anos e não sei bem o que quero da vida. Quer dizer, saber eu sei... quero ser rica! Mas como isso não é bem uma opção, bora estudar! ;)


  2. Yaciara Says:

    Segura as pontas, se livra de certas amarrações e depois você descobre ou começa a prestar atenção naqueles sonhos guardados na gaveta. Só não adoeça e se permita. Afinal, uma hora a gente tem que andar, seja lá pra onde...


  3. Alexandre Says:

    A última secretária que tive pediu demissão na lata, para seguir o sonho dela de se dedicar 100% no curso de inglês que ela tinha.

    Nós conversávamos muito sobre isso, planos. Eu sempre incentivei meus funcionários a questionar e mudar tudo ao seu redor de modo que se satisfaçam dentro de suas funções. Só que nunca consegui atingir uma pessoa de forma tão drástica.

    Acho que passávamos muito tempo juntos e eu faço uma coisa meio "inception", influencio a pessoa e ela acha que a ideia foi dela o tempo todo.

    Bateu a maior preocupação depois, pela responsabilidade do que fiz. Encontro ela de vez em quando e está super feliz, batalhando fazendo algo que realmente gosta. Faz toda diferença no final das contas.

    Sei que dei a maior força para isso acontecer. Afinal, quem sou eu para estragar os sonhos dos outros.

    Tem um outro que quer abrir uma padaria, já dei um monte de dicas para ele. Vamô vê no que dá.