Do sonho

Sonhei, nos 20 minutos pra que eu programei a função Soneca no despertador do meu celular, que um cara (que parecia meu professor de Inglês do ALUB) entrava lá em casa pela varanda (aliás, isso é cada vez mais comum nos meus sonhos: entrarem no meu apê pela varanda, mesmo a gente morando no 10º andar - até cachorro já entrou) e avisava que o apartamento de cima ia desabar em cima do nosso e que a gente precisava sair de lá pra ontem. AH: antes dele entrar, tinha uma criança pendurada lá e minha mãe mandava ela sair... até que o cara entrava e, de repente, minha mãe tava com a criança no colo. Era uma menina, negra, entre um e dois anos de idade, e ela chorava sem parar; e, em seguida, eu também.

Enfim, bela maneira de se injetar ânimo numa manhã de segunda-feira #sóqueaocontrário. Mas acho que eu entendi a "metáfora". É incrível como meu inconsciente "fala" comigo, mesmo que seja na base do "tapa na cara"... CHEGA de carregar toda essa culpa, que eu, cada vez mais, consigo enxergar que NÃO é necessariamente minha... ou ela vai me esmagar. Não vou adoecer de novo para alguém notar que eu existo.


PS: publiquei essa "atualização" originalmente no meu perfil no Facebook assim que eu acordei... mas acabei apagando e resolvi que era melhor deixar isso aqui, mesmo porque eu tô com TANTO abuso do tal do "face" que tá faltando isso aqui para eu excluir minha conta.
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