Momento #amúsicaescolheapessoa do dia


"I'm a man
Trying to understand
The reason I'm lost in this world
Tonight
I was blind
I just couldn't see the signs

Caught in your web of lies

It's too dark to sleep

Too late to pray
Too hard to reach
Too much to save

You were once a friend to me

Now you are my enemy
Passion turns to hate and you make
Hate worth fighting for
I will re-write history
And you will not exist to me
On the day you crossed the line
I found out love is war


Life goes by

Faster than lightning strikes
Crashes before you can say
Goodbye

Too scared to run

Too proud to hide
Too far to fall
Too high to climb

[...]


I laid down my defenses

I opened up the door

I gave you what you wanted
I couldn't give you more
And I gave you everything
You said it's all or nothing
To you it's just a game
A game you're never losing
"

E quem vai conferir isso (não sei se essa música, mas enfim) ao vivo daqui a pouco levanta a mão o/

Foto do show de 2008, em Gyn... espero que esse seja tão inesquecível quanto o/

Da ressaca moral


#comolidar?

Depois de mais ou menos um mês sem beber DECENTEMENTE (com exceção do CHUPOL - o que não conta, afinal eu só bebi por 3 horas), eu não poderia esperar me comportar justamente na famigerada Corrida da Cerveja - ainda mais nesse calor. Enfim, o caso é que, pra quem ia só assistir, eu bem que poderia ter participado, porque o tanto que eu bebi não ficou muito longe da quantidade a ser consumida por pessoa. Aí, some-se o fato de a vida proporcionar centros encontros e/ou reencontros justamente quando não é mais você que tá ali, e sim o seu eu-etílico... Bem, eu precisaria de uma outra postagem só sobre isso (EU, bêbada) pra poder explicar a situação; mas enfim, muita vergonha e ressaca moral MASTER. O fato é que eu não tenho mais idade pra esse tipo de coisa, sabe? Mas, sei lá, vai ver eu tava precisando - vai ver não, CERTEZA que eu tava. Sei que, se eu soubesse que um final de semana como esse último poderia fazer eu me sentir TÃO melhor, quase salvar minha vida, tinha dado um jeito de providenciar isso o quanto antes...

/me e azamiga que eu tava MORRENDO de saudades. PS: alguém aqui precisa emagrecer, MEODEOS!

:)

Finalmente mais calma pós-TPM. Percebi que não vai adiantar nada eu ficar chorando até desidratar... não vai mudar nada, o que tá feito, tá feito; não vou me martirizar por ter seguido meu coração e por ter acreditado que, dessa vez, as coisas poderiam ter tido um desfecho diferente. Azar de quem não sabe dar valor, não vou ficar chorando por quem, durante esse tempo todo, não teve consideração alguma comigo. Que dói, dói! Mas chorar o tempo todo e deixar de viver não vai melhorar o nada, o jeito é tratar a ferida e esperar sarar... vai ficar uma cicatriz (MAIS UMA), sem dúvida, mas que ela sirva pra que, ao olhar pra ela, eu lembre de ter mais cuidado no futuro.

"She works hard for the money"

Trilha sonora pra inspirar... nº 1 no meu player quando eu tenho um dia DAQUELES no trabalho o/




A 4 dias de completar 4 anos de ministério/serviço público/trabalho (é meu 1º e único emprego até hoje), eu achei que já tinha visto de tudo; mas, como tudo na vida, a gente nunca pára de se surpreender.

A gente vive várias fases na nossa vida, mas ela bem que poderia ser dividida em antes e depois de se trabalhar... a gente simplesmente TEM que crescer, amadurecer e fazer aquilo que nos foi designado, pra ver a cor do dinheiro no fim do mês. E, pra maioria de nós, pobres mortais, esse dinheiro é SUADO - e como! O que não envolve só o quanto você ganha ou tipo e quantidade de serviço, mas tudo que tá envolvido no processo. Trabalhar também envolve distância de casa, transporte, alimentação, ambiente de serviço e, principalmente as pessoas - outras pessoas. Sem dúvida, um dos principais requisitos de um bom profissional é saber trabalhar em equipe e conviver com as pessoas do seu local de trabalho.


No começo do mês, completei seis meses de Conjur. Uma das poucas coisas boas que me aconteceu esse ano, essa mudança de setor no serviço depois de três anos e meio na Execução Financeira... Só de ter menos serviço eu já seria eternamente grata e, falando em gratidão, nunca deixarei de agradecer também tudo o que eu aprendi e vivi lá, foi uma verdadeira escola pra vida. Mas ano passado eu cheguei no meu limite. As centenas de prêmios (culturais, que a gente tinha que pagar) que começaram a chegar (antes era uma ou duas premiações no fim do ano e pronto) e não pararam mais, o novo sistema de convênios que mais dava problema (TODO-SANTO-DIA) que qualquer outra alguma coisa, o ponto eletrônico - como ainda estudo, tenho que compensar o horário: antes do ponto eletrônico, minha chefe tinha acordado comigo que acabando meu serviço eu podia ir embora, o que acontecia no máximo até as 19h30 num dia DAQUELES; depois disso, muitas vezes eu saía da aula antes de acabar pra poder pegar o ônibus mais cedo e chegar no trabalho o mais rápido possível pra bater o ponto e não ter que ficar até as 21h00, se eu atrasasse... Não foi fácil... quase todo dia eu chorava quando chegava em casa, cansada, estressada, sentindo falta de ter tempo pra qualquer coisa, principalmente pros meus amigos, que começaram a reclamar da minha ausência quando, de repente, eu parei de sair pra ficar em casa dormindo nos finais de semana... O pior de tudo era me sentir horrível por reclamar da vida; afinal (como meu pai não cansa de me dizer até hoje) não é todo mundo que consegue ser funcionário público aos 21 anos... MUITA gente daria um braço pra estar no meu lugar. Foi pra aliviar tudo isso que eu acabei aceitando, de novo, aquela droga que a vida me oferecia... era quase 100% certo que eu ia sofrer a abstinência e, pior, a mesma dor, quando visse outra pessoa usando as doses que eu não poderia mais comprar. Mas, "que venha, é melhor que esse câncer que tá me consumindo", eu disse... e hoje tô aqui, não com a mesma dor, mas com  ela multiplicada por dois; hoje tô aqui, sentindo a realidade como um soco na boca do estômago quando eu acordo. Mas "isso é outra história, e ficará pra outra ocasião".

[Continua - tá dando três horas da manhã e amanhã eu tenho que trabalhar, né?!]

PROMOÇÃO no Chá com Cupcakes

Gentem, nossa amoreca Monike tá com promoção nova no Chá com Cupcakes! O brinde da vez é um kit com 5 esmaltes da nova coleção da Risqué, Pop 4 you.



EU não vou querer perder, e você?! Então corre lá (link pra promoção no nome do blog, citado no começo dessa postagem) agora e veja como participar! ;)


11 de setembro

11 de setembro. Depois do atentado às Torres Gêmeas em 2001, não dá mais pra pensar nessa data sem associá-la a tragédia, desgraça, coisa ruim. Parece que eu tava sentindo já na hora em que acordei... mais um soco na boca do estômago, mais uma punhalada nas costas. Tudo bem, eu já tava esperando, na "contagem regressiva" inclusive, mas o fato de saber que você vai, inevitavelmente, senitr dor não faz doer menos...

Vontade de sumir por um tempo, ficar longe, conseguir digerir tudo isso sem me preocupar em parecer bem pros outros enquanto eu queimo viva aqui dentro; ficar sozinha comigo mesma, assumir as consequências do que eu fiz; aceitar que eu sou humana e que, às vezes, por mais que a gente dê o melhor de si as coisas não funcionam do jeito que a gente queria. Deixar doer e sangrar e não me preocupar com as lágrimas que não param de cair porque, no final das contas, são elas que vão limpar minhas feridas... E lógico, lembrar sempre que as coisas acontecem por um motivo e pensar na lição que eu posso tirar de tudo isso. Ai, falar é tão fácil!


Why the sudden changes
Why all of the lies
I should have seen it in your eyes
The endless hours of heartache
Waiting for you
My summer love has turned to rain
Oh, the pain
[She's Gone - Black Sabbath]


 

BTW, Porão do Rock nem sei se vai rolar... 0 respostas das amigas no orlut, a porra do telefone não toca há sei lá quanto tempo. Enfim, descobri um resto de um vinho forte e vou me embriagar sozinha vendo filme, beijos.

Anyway, hoje é dia de Porão do Rock: ver azamiga, curtir shows e beber, foda-se o mundo o/

Porão do Rock

Amanhã, pela segunda vez seguida em setembro, é dia de Porão do Rock.

Não fui nos últimos dois anos por, além de um evento que era gratuito e posteriormente tendo cobrado não mais que R$5 por dia de repente começou a valer R$40/50/60, por bandas que não eram a que o público principal, o do rock, queria ver... pra mim, tinha se tornado mais um festival "pop" e não valia mais a pena ir, nem pela tradição - não com esses preços.

Nesse ano, o festival acontecer todo num só dia e, finalmente, "0800" de novo o/

Apesar disso, achei a divisão dos palcos e as atrações MUITO melhor que nos últimos anos... tô animada e quero ver particularmente as seguintes bandas:

ZILLA: Conhcei o Bodão (guitarra) num site de paquera (SIM hahaha, pasmem... mas nao rolou nada, ficamos só amigos) e ele me falava direto da banda, mandava demos... aliás, foi ele quem me apresentou Opeth e Anathema (E Anathema "só" uma das bandas que salvou minha vida)... Enfim, acabamos perdendo contato, mas tou SUPER feliz pelo sucesso deles, de ver onde eles chegaram e quero muito conferir ao vivo, apesar de não ser MESMO meu estilo...



ANDRÉ MATOS: tem nem o que falar, Angra foi a primeira banda de metal que eu ouvi e vou ouvir pra sempre, ouvi o Ritual do Shaman até furar e tô louca pra conferir o projeto solo ao vivo, a última vez que o vi foi num Porão também, na turnê do Reason do Shaaman, que foi tão curtinho... aliás, se ele cantar essa música eu MORRO, AMO Journey *-*



TRIBUTO A LED ZEPPELIN: pra ver se eles são melhores que a Celebration Band, de quem eu sou fã e até já comemorei meu niver no show deles hehehe. Não achei vídeo deles, então vai esse da Celebration ( o único que eu achei)



SHE WANTS REVENGE: conheci recentemente, achei uma música perdida no meio de um monte de clássicos setentistas na trila sonora do seriado Supernatural e gostei muito. Não conheço quase nada, mas acredito que será um p*** show...

"Sham'and'a'lie"

1 mês e 1 semana atrás...

"I was unable to cope with what you said
Sometimes we need to be cruel to be kind
Child that I was, could not see the reason
Feelings I had were but sham and a lie?

I have never forgotten your smile
your eyes
, oh Shamandalie

[...]

You saw us always clearer than me
How we were never meant to be
Love denied meant the friendship would die

NOW I have seen the light
These memories make me cry
"

[Shamandalie - Sonata Arctica]




Não tem como expressar a tristeza, a dor, a decepção e o choque, apesar de já imaginar, esperar e ter quase certeza... No fundo, eu tinha esperança de que dessa vez fosse diferente. Mas, no fim, foi tudo em vão. Provavelmente só aceitei passar por tudo de novo pela forma que a vida pôs você no meu caminho novamente. E por causa daquilo de uma dor substituir a outra. E foi exatamente isso que eu ganhei em troca, dor, só que agora em dobro... Eu sabia o que tinha acontecido na outra vida, sabia que tinha que ter não só um mas os dois pés atrás... porque eu sabia que eu não aguentaria ver aquele filme de terror novamente. Mas, no final das contas, eu sou só humana. Não sei quanto tempo vai levar pra eu me recuperar disso, o que importa agora é não pensar muito no assunto e mergulhar de cabeça em outras coisas (o que não me falta é coisa pra fazer); hoje já foi BEM mais fácil que ontem. E eu espero conseguir um dia ME perdoar. Porque VOCÊ, desculpa, não tem mais como. Eu queria tanto entender tantas coisas, queria ter só uma pergunta respondida - por que EU?! - mas, principalmente queria entender o porque de eu querer TANTO você presente na minha vida. Com certeza é carma de outra vida, não consigo me ver de fora agindo da forma que eu agi durante esse tempo... jamais permitiria que um amigo fosse TÃO masoquista. Mas o melhor agora é manter distância; a distância torna tudo mais fácil. O fato é que você me faz mal. Nesse exato momento, não tem como pensar e/ou lembrar nada de bom. Não restou nada.


Nada mudou desde então.

Quer dizer. Eu tentei fazer bem isso mesmo, me ocupar, não pensar. Porque é TÃO insuportável! Não me arrependo de nada; mas, pela primeira vez em todo esse tempo, contando com a outra vida, eu simplesmente quis esquecer TUDO... esquecer que deve ter tido um motivo (afinal, tudo na vida tem); que eu não procurei nada, simplesmente aconteceu (embora não devesse ter continuado - será que não?); e, principalmente as coisas boas. Ousar pensar nisso me faz querer morrer, porque aí eu tenho noção do tamanho do vazio que ficou aqui dentro. É como se NADA no mundo fosse capaz de preencher isso, como se tivesse se formado um buraco negro dentro de mim, que sugasse tudo o que ainda resta. E, ao mesmo tempo que ele é tão escuro, ele se torna a coisa mais visível quando eu tenho algum tempo pra mim; quando eu não tô na companhia dos meus amigos (coisa que não aconteceu esse mês, por causa da faculdade que acabou com minha vida social) e/ou mergulhada na minha rotina e nas minhas obrigações. Não lembro de ter chegado UM dia da rua sem ter chorado durante o banho... dormi chorando e acordei chorando; perdi o apetite (EU); a sensação de ter levado um soco na boca do estômago partiu pro plano físico. E a cada dia cai uma ficha nova. Como essa solidão maior do mundo, minha auto-estima inexistente e a crença inabalável de que ninguém nesse mundo realmente possa me amar. Eu só queria que isso não representasse todo o sentido do mundo. Um mês é muito tempo; é um coma já. E eu simplesmente não sei o que fazer pra sair dele. Mas eu quero; e espero que isso já seja alguma coisa.

sete de setembro

"Fim de tarde. Dia banal, terça, quarta-feira. Eu estava me sentindo muito triste. Você pode dizer que isso tem sido freqüente demais, até mesmo um pouco chato. Mas, que se há de fazer, se eu estava mesmo muito triste? Tristeza-garoa, fininha, cortante, persistente, com alguns relâmpagos de catástrofe futura. Projeções: e amanhã, e depois?"

[Caio Fernando Abreu]



Não sei por que mas, há alguns anos, o sete de setembro tem sido pra mim o primeiro dia da contagem regressiva pro fim do ano... parece que, depois dele, o ano voa e, de repente, já é Natal. Pra mim, é época de fazer um primeiro balanço e ver o que ainda pode ser feito pro ano valer a pena.

Pensei que 2010, só pelo fato de não ser 2009, já seria ótimo. Mas a única vantagem desse ano em relação ao ano passado é que ele tá passando mais rápido; o que, num certo aspecto, é bem ruim, já que consequentemente eu vou ficar velha mais rápido... e ter 25 já tá bem ruim, imagina 26. Lógico, vendo pelo lado prático da coisa, eu não poderia reclamar da vida... mudei de setor no trabalho e além de não estar batendo ponto agora só trabalho seis horas; ir pra UnB ainda é insuportável, mas esse semestre o que não me faltou foi companhia; tenho amigas que me amam e que sentem falta e sempre me demonstram isso mesmo eu sendo a pessoa mais relapsa do mundo e, há algumas semanas, tivemos uma surpresa maravilhosa na família.

Mas aqui dentro, tudo o que me resta é dor e esperança; esperança de que um dia a dor vá embora - SIM, essa frase é de uma música mas nada que eu mesma dissesse poderia definir melhor como eu me sinto.

Momento #amúsicaescolheapessoa do dia

"Eu sei que é difícil dizer
O quão perdida você se sente
Esperando que o que você precisa
Esteja atrás de cada porta
Cada vez que se machuca
Eu não quero você mude
Porque todos têm esperanças
Você é humana afinal.


Os sensação às vezes
De desejar ser outro alguém
Sentido como se
Você nunca se encaixasse
Esse sentimento não é tristeza
Esse sentimento não é alegria
Eu realmente entendo
Por favor não chore agora


Por favor não vá
Eu quero que você fique
Eu estou te implorando por favor
Por favor não se vá
Eu não quero que você odeie
Por todas as dores que sente
O mundo é apenas uma ilusão
Tentando te mudar


[...]


Um pedaço de sua alma
Te prende ao próximo mundo
Ou talvez ao último
Mas eu ainda não tenho certeza
Mas o que eu sei
É que para nós o mundo é diferente
Como nós somos para esse mundo
Acho que você sabe disso


Por favor não vá
Eu quero que você fique
Eu estou te implorando por favor
Por favor não se vá
Eu não quero que você odeie
Por todas as dores que sente.
O mundo é apenas uma ilusão
Tentando te mudar"

[Illusion - VNV Nation]



"Pedi pra mãe: -- Me interna, tô infeliz pra caralho." (Caio Fernando Abreu)