Love in an e-le-va-tor


"Workin' like a dog for the boss man (whoa)
Workin' for the company (whoa-yeah)
Bettin' on the dice I'm tossin' (whoa)
I'm gonna have a fantasy (whoa-yeah)

[...]

Love in an elevator
Livin' it up when I'm going dawn
Love in an elevator
Lovin' it up 'til I hit the ground"


pq¹: eu VOU pro show conferir isso ao vivo! Ingresso e passagens comprados, um baita rombo no meu bolso e a aquela sensação de que eu tô viva que o roquenrou me proporciona e que NÃO TEM PREÇO! #porracaralho

pq²: Música em homenagem a ontem (na verdade anteontem, já são mais de duas da manhã de quarta-feira), hahaha! Depois de um findi deveras nostálgico, pensativo e melancólico em certo sentido, a vida me vem com mais uma piada sem graça. Mas, quer saber? Essas são as que mais me fazem rir... e como é bom conseguir rir disso tudo! E, no fim das contas, o dia de ontem me mostrou que eu finalmente encontrei a resposta certa pra pergunta que não saiu da minha cabeça nesses nove meses. Ó, uma gestação já! E eu (re)nasço. Não tou feliz não, mas tou muito bem resolvida quanto a isso. Pode parecer clichê, mas isso de "antes só que mal acompanhada" é a mais pura verdade.



Ainda na vibe Aerosmith...


ATÓRON!

What it takes



Empolgação MASTER! Quase tudo certo pra ver isso ao vivo em Sampa!

Desculpa aí Simply Red e Megadeth, mas Aerosmith é Aerosmith! Vou chorar até desidratar, hahaha!

25 and life

2 semanas na Conjur. Finalmente, chegou março e aqui estou eu, na minha nova mesa, no meu novo setor e no meu novo endereço de trabalho. Falei que só acreditaria vendo... É que tava tudo tão ruim que eu tive tanto medo de, apesar de resolver o problema que mais tava me deixando infeliz, a infelicidade continuasse; vai saber se o problema era só o trabalho, vai ver eu tava usando isso pra encobrir tudo o que tava errado nos outros departamentos da minha vida: o curso pelo qual eu não sou apaixonada, o desânimo com a dança, a tentativa idiota de mais uma vez estar com alguém sem estar, a distância "forçada" dos amigos e o medo de crescer e morrer só...

Mas é março. Já passaram as festas, o Carnaval... daqui a duas semanas é Páscoa. 2010 começou, e já faz um tempinho. E é difícil acreditar nisso porque eu ainda não me sinto de volta à rotina. Então talvez o jeito seja começar a acreditar que a vida mudando o/


Eu aqui! Decisão tomada desde o 1º dia do ano. Afinal, não podia ficar pior do que já tava! Salário de nível médio de ministério, serviço de executora, oito horas por dia, ponto eletrônico, problemas e mais problemas, secretarias incompetentes, sistema falho e sem suporte, 2009 foi todo assim. Toda semana, pelo menos uma vez, era uma crise de choro de meia hora ao chegar em casa. Até meu pai, que não mora comigo, percebeu que eu tava infeliz. Os amigos então, quando o assunto das bebedeiras era o quanto eu sentia saudade de quando eu não trabalhava e tinha tempo pra eles. Tempo pra qualquer coisa, no fim das contas.


A faculdade é uma dessas coisas. Vim pra cá pq me garantiram que aqui eu poderia continuar estudando de manhã (agora são só seis horas à tarde, acabou compensação!) e teria tempo livre pra estudar à tarde, o serviço é tranquilo. Confesso que no primeiro dia não fiquei muito feliz em saber que faria trabalho de estagiário, me senti de certa forma negligenciada. Mas a gente se acostuma rapidinho com a boa vida, hahaha... Afinal, apesar de ter me tornado funcionária pública aos 21 anos e poder me formar sem precisar desesperadamente em procurar emprego, a verdade é que eu ainda não trabalho com o que eu quero; a verdade é que, no fundo, talvez eu ainda não saiba o que eu quero.

Mas tou no caminho. Vou me formar em Biblioteconomia e prestar concurso pra área. Reconheço cada vez mais o valor da profissão e sei que posso me dar muito bem como profissional da informação. O que me deixa triste é não ver em mim essa paixão que meus colegas têm pela Biblioteconomia. Nas férias, tenho vontade de passar longe de qualquer coisa que me lembre a faculdade, nunca toquei em nenhum dos livros da área (que eu venho adquirindo desde o 1º semestre) por vontade própria... Atribuo isso, talvez, ao fato de não ter tido uma vida universitária como a dos meus colegas. Passei no vestibular da UnB ao mesmo tempo que passei no concurso... entrei na idade em que deveria estar saindo, se tivesse entrado "normalmente" aos 18. Ou seja, eu já era relativamente mais velha que o pessoal. E o trabalho também me impossibilitou todas essas vivências. Por causa da compensação de horário, acabava a aula e eu tinha que correr pro trabalho. Não tinha tempo de esperar a fila do RU(im), de morgar no Ceubinho com a galera... Okãy, vivi isso na época certa; no meu ano na Católica, apesar de não gostar do meu curso nem das pessoas, tinha meus amigos de sempre que também estavam lá, em outros cursos, além de vários outros que eu conheci e com quem saio até hoje... Fui a festas da UnB pra perder a conta... Tudo, porém, antes de defetivamente estar lá. Lá, eu já tinha vivido tudo o que eles ainda iam viver. Me dou bem com todo mundo, tenho um carinho especial por alguns, mas dizer que os anos da faculdade foram os melhores da minha vida eu não posso dizer. Cada começo de semestre é uma tortura, uma vontade de sair logo dali e começar a viver de acordo com alguém da minha idade... Outra coisa é minha falta de experiência na área. Como comecei na faculdade e no trabalho ao mesmo tempo, não tive tempo pros estágios. Só o supervisionado, inferno na Terra... Enfim, quem sabe agora, na reta final, a um ano de entregar a mono, e com esse tempo que eu vou ter pra estudar de verdade, e não fazer trabalho às vésperas, às quatro da manhã, por falta de tempo, eu finalmente não me deixe conquistar pelo meu curso?



E o resto, vai indo o/

Não voltei à dança desde dezembro e, apesar de ter amado a roda de zouk surpresa no Carnazouk, na véspera do meu aniversário, sei que isso não é prioridade no momento. Tenho saudade de sair pra dançar e de estar fazendo alguma atividade... mas zouk já virou questão de auto estima. Danço há mais de um ano, então não é mais simplesmente ir pra aula e se divertir. Há toda uma série de dificuldades e exigências depois de se aprender a base que fazem a diferença e, sinceramente, no momento eu tenho outras coisas a me dedicar antes disso.


Uma dessas coisas são meus amigos. Uma das melhores coisas que eu fiz foi conseguir meus FDS de volta. Já vi meus amigos mais vezes nesses três meses, inclusive gente que eu não via há muito, muito tempo, que no último semestre do ano passado o.O


E, falando em ano passado, meu "doce novembro", que tinha se transformado em november rain, acabou como "todo carnaval tem seu fim". Ainda bem que eu já tava rica, de tanta moeda da sanidade. O que, no fim das contas, não impediu a dor. Ainda dói, todo dia. Ainda fico pensando se, apesar de não ter me arrependido, isso serviu pra alguma coisa, no fim das contas. E chego à conclusão de que serviu pra eu ver como é uma merda ficar sozinha. (y)



É, 25 and life. Título em lembrança ao show de pouco mais de uma semana do Sebastian Bach / GNR aqui em Brasólia! E há pouco mais de um mês eu cheguei à idade do Renew. Depois de uma crise violenta em relação ter chegado a essa idade, finalmente tô aceitando que crescer não é tão ruim, no fim das contas... O engraçado foi ter chegado a essa conclusão em um dia específico! Saímos num sábado à noite, eu de ressaca pós baile de formatura da minha irmã, pra uma reuniãozinha com comida, cerva e Guitar Hero na casa de um amigo, mas todo mundo decidiu passar num show do Móveis numa p**** de Grito Rock que tava rolando no Parque da Cidade. Foi chegar lá pra querer ir embora. E um pedido de "vamos gritar pro deus do rock" me fez agradecer por ter a idade que eu tenho. Lógico, uma vez ou outra é engraçado roqueirar (como eu e a Camila, em meados de 2008, que fomos parar no DI bêbadas de manhã)... mas nada como crescer, ter seu próprio dinheiro e ver que o tempo passou e, porra, você conseguiu alguma coisa afinal! Há nove anos, eu tava assistindo o GNR no Rock In Rio pela TV. Dia 7 desse mês, eu tinha comprado meu ingresso e realizei meu sonho de ver Axl Rose ao vivo o/



Ufa! Acho que vou voltar com o fotolog, não gosto de fazer isso de diário o.O



ouvindo: Train of Thought - a-ha (que eu perdi ontem)


B-jim p/ todos,
Nádia
=***

Blackbird

Know that you made such a difference

All you leave behind will live to the end

The cycle of suffering goes on

But memories of you stay strong

Someday I too will fly and find you again

[Blackbird - Alterbridge]