Uma mente inquieta


Em retrospectiva, fico assombrada de ter sobrevivido, de ter sobrevivido sozinha e de aquele período ter contido uma vida tão complicada e uma morte tão palpável. Amadureci rapidamente durante aqueles meses, como seria necessário com tanta perda de identidade, tanta proximidade da morte e tanta distência de algum refúgio.

[JAMISON, Kay Redfield. Uma mente inquieta.]

Fazia tempo que um livro não me escolhia. Vejo pela decepção dos dois primeiros e únicos lidos esse ano. Mas ESSE! Acho que o rejeitei bem umas três vezes, mas ele sempre ia ao meu encontro. E agora, finalizado o primeiro capítulo, me sinto extremamente feliz que ele o tenha feito!


Principalmente agora, que eu não sei onde eu enfiei minhas moedinhas da sanidade.


Finalizando com uma música que também me escolheu nesse momento, de uma banda que também me escolheu (isso já há bem mais tempo!)!


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